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Artista italiano cria desenhos 3D capazes de confundir a sua mente
Você já deve ter percebido que está na moda a produção de objetos de decoração, acessórios de vestuário, cases para celulares, entre outros itens por meio de impressoras 3D. No mundo das artes, toda essa tecnologia pode ser superada pelas boa e velha combinação de criatividade e talento.
Alessandro Diddi, um artista italiano, provou isso com os desenhos abaixo. Os seus olhos e o seu cérebro podem até achar que essas obras são esculturas tridimensionais originadas por uma máquina altamente avançada, mas elas são simplesmente o fruto de um lápis, uma borracha, uma folha de papel e a habilidade primorosa do autor com essas ferramentas em mãos.
Não se sinta frustrado com a confusão mental causada pelos desenhos, afinal esse sempre foi o objetivo de Diddi. “Eu quero que os meus desenhos passem a mensagem de que os olhos podem enganar a mente e fazer você acreditar que há dimensões que não estão realmente lá”, comentou o artista ao jornal Daily Mail.
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
Fonte da imagem: Reprodução/Alessandro Diddi
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8 fatos que você provavelmente não sabe sobre Nutella
Responda as seguintes perguntas: você gosta de Nutella com pão? E de Nutella com frutas? Você concorda que qualquer coisa fica mais saborosa com Nutella? Seu maior sonho é ganhar um daqueles potes gigantes de Nutella para devorar sozinho?
Se você respondeu “sim” para as perguntas anteriores, então você está no lugar certo. Agora, depois de passar tanto tempo pensando em maneiras diferentes de comer Nutella, talvez você não tenha se dado conta de alguns fatos que envolvem o creme de avelã mais famoso do mundo.
Sendo assim, pegue sua colher, o pote de Nutella mais próximo e não deixe de conferir oito curiosidades sobre essa delícia:

1. Existe o Dia Mundial da Nutella
Em 2007, dois blogueiros italianos resolveram mostrar seu amor pelo creme de avelã de uma maneira diferente. Para isso, eles estabeleceram o dia 5 de fevereiro como o Dia Mundial da Nutella (Nutella Day). Nessa data, o objetivo é comer Nutella, compartilhar receitas com o produto, ver fotos pratos feito com ele e celebrar tudo o mais que estiver relacionado ao doce.
2. Nutella é o verdadeiro café dos campeões
De acordo com o registro do Guinness, a empresa realizou um café da manhã que aconteceu em 2005, na Alemanha, para marcar o 40º aniversário da Nutella. O evento bateu o recorde de Maior Café da Manhã — ao todo, 27.854 pessoas se reuniram para compartilhar a refeição que contava com pães, suco de laranja e Nutella, é claro.
3. Nutella é um sucesso de vendas
Segundo o portal Mental Floss, um pote de Nutella é vendido a cada 2,5 segundos ao redor mundo. Já o United States Census Bureau, órgão responsável pela contagem da população americana, registra que um bebê nasce a cada 8 segundos. Basta fazer as contas.
4. Nutella ao redor do mundo
Esse título não é só porque o creme de avelã é um sucesso de vendas e pode ser encontrado em 75 países. O fato é que a quantidade de Nutella vendida em um ano é suficiente para cobrir mais de mil estádios de futebol.
5. Todo mundo ama Nutella
Em 2009, a fanpage da Nutella no Facebook reunia mais de 2 milhões de fãs, o que lhe garantia o 3º lugar das páginas mais curtidas na rede social. A fanpage perdia apenas para a Coca-Cola e o Barack Obama. O perfil não está mais no topo do Facebook, mas atualmente soma mais de 17 milhões de fãs.
6. Napoleão e Hitler foram os responsáveis por viciar o mundo em Nutella
Em 1806, Napoleão tentou barrar o comércio britânico como uma maneira de vencer a guerra. O resultado disso foi que o bloqueio continental fez com que o preço do chocolate aumentasse absurdamente. Dessa maneira, os confeiteiros italianos da região de Turim começaram a adicionar avelãs picadas ao chocolate para que ele rendesse o máximo possível. Essa mistura ganhou o nome de “gianduia”.
Um século depois, o chocolate voltou a ser um produto muito caro e escasso na Europa por conta da Segunda Guerra Mundial. Então, um confeiteiro italiano chamado Pietro Ferrero recorreu mais uma vez às avelãs para, em 1946, criar a “Pasta Gianduja” que seria rebatizada de “Nutella” em 1964.
7. A origem do nome da Nutella
A gianduia – que foi a pasta que deu origem à Nutella – tem seu nome inspirado em um personagem da Commedia Dell’Arte, um movimento teatral tipicamente italiano. Segundo a tradição, Gianduja era um personagem piemontês sempre sorridente, que andava pela cidade carregando uma “duja”, que no dialeto piemontês significa “pote”. A principal função da duja era armazenar vinho, mas existem aqueles que acreditam que o pote também tenha sido utilizado para guardar o creme de avelã. A ilustração do personagem Gianduja chegou a aparecer nos primeiros anúncios de Nutella.
8. Nutella e a curiosa degustação
Em pouco tempo, o produto se tornou tão popular na Itália que os comerciantes começaram a oferecer degustações de Nutella a qualquer criança que aparecesse com um pedaço de pão. A ação ficou conhecida como “A Degustação” e foi uma estratégia de marketing de sucesso. Nem é preciso dizer que todos ficaram viciados no delicioso creme de avelã.
Você conhece a origem do Sucrilhos?
Os cereais matinais têm presença garantida no café da manhã de muitas pessoas ao redor do mundo, mas pouca gente sabe como e por quem eles foram inventados. Os flocos foram criados acidentalmente por uma dupla de irmãos de Michigan, nos EUA, enquanto eles realizavam experimentos com trigo para desenvolver um substituto “digestível” para o pão, que seria servido na clínica de um deles.
A dupla em questão era formada pelo Dr. John e pelo empresário Will Kellogg — o sobrenome deles você conhece, não é mesmo? —, e a descoberta acidental aconteceu em 1894. Os dois esqueceram um pouco de trigo de molho em água de um dia para o outro, percebendo então que o material resultante podia ser moldado e assado na forma de floquinhos.
Fonte da imagem: Reprodução/Kellogg’s
Depois de vários testes, os irmãos Kellogg decidiram aplicar o mesmo processo ao milho, e foi assim que os “corn flakes” (ou “flocos de milho” em tradução livre) surgiram. Contudo, logo no início, o produto era vendido apenas por correio e para pacientes da clínica de John, que não tinha interesse em comercializar os flocos em grande escala. Entretanto, um competidor de peso acabou por consolidar os irmãos Kellogg no mercado depois de uma longa batalha.
Receita roubada
Um dos antigos pacientes de John Kellogg — um homem chamado C.W. Post — decidiu pegar “emprestada” a receita dos cereais, fundando uma companhia de sucesso em 1896. Depois de lançar alguns produtos e inclusive um cereal chamado “Grape Nuts”, Post introduziu no mercado os flocos de milho no início do século 20.
Fonte da imagem: Reprodução/Kellogg’s
Com a nova concorrência, Will Kellogg, o irmão empresário, decidiu expandir o negócio, e foi aí que a batalha pela liderança de mercado começou entre as duas companhias. Ao longo dos anos, para sair à frente uma da outra, as duas concorrentes começaram a desenvolver novos produtos, como os famosos — e deliciosos — cereais cobertos com açúcar.
Post foi o primeiro a lançar a novidade no mercado, no entanto a formulação de seus produtos — que contavam com uma cobertura cristalina de açúcar — apresentava alguns problemas, fazendo com que os cereais ficassem duros e se colassem uns aos outros, formando um bloco pegajoso. Assim, enquanto a sua equipe realizava testes exaustivos para contornar essas questões, os irmão Kellogg desenvolveram aquela característica cobertura branquinha.
Mascotes
Fonte da imagem: Reprodução/Kellogg’s
Mais uma vez, quem primeiro lançou animaizinhos como mascotes dos cereais foi a companhia de Post, com três ursinhos que apareciam nas propagandas e embalagens. Os Kellogg, para não ficar atrás de novo, decidiram usar animais também, e a equipe de marketing da companhia apresentou três opções para se tornarem símbolo dos “corn flakes”. Assim, eles criaram o canguru Katy, o elefante Elmo e o tigre Tony.
Como as embalagens com o gracioso tigre voavam das prateleiras dos mercados, Tony acabou se transformando no garoto-propaganda mundial da Kellogg’s. E foi assim que os flocos de cereais desenvolvidos pelos irmãos se transformaram em um estrondoso sucesso, permanecendo como o cereal número 1 em vendas nos EUA por 50 anos, além de conquistar o resto do mundo também.
Um terço dos chocolates vendidos não é chocolate de verdade
Se você adora chocolate, pode se decepcionar com esta notícia. Caso você não costume comprar chocolates em lojas especializadas ou de marcas importadas, é muito provável que ande experimentando apenas tabletes de gordura com açúcar e flavorizantes.
Segundo o produtor de cacau Marco Lessa, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador do Festival Internacional de Chocolate e Cacau, um a cada três chocolates vendidos no país não pode realmente ser considerado como chocolate.
Embora ele não traga dados de pesquisa, sua ideia comprova o que consumidores mais atentos já reclamavam há anos: o que é comercializado em mercados e lojas brasileiras geralmente não passa de doces com sabor de chocolate.
Segundo ele, nem mesmo os chocolates amargos saem ilesos. Com a divulgação focada em um suposto alto teor de cacau (50% a 70%), eles são produzidos em grandes indústrias e vendidos por um preço mais alto, mas segundo o produtor, isso não é fiscalizado. “Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual”, diz ele.
“O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate”. Ele ainda complementa: “Estimo que um terço dos chocolates esteja nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau”.
A Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) emitiu nota sobre o assunto e afirma que qualquer produto com menos de 25% de cacau em sua receita é considerado apenas como um “doce sabor chocolate” e deve levar essa identificação em sua embalagem.
No entanto, a associação, que representa grandes marcas, como Garoto e Nestlé, não comentou as denúncias feitas sobre irregularidades. Para Lessa, não é preciso técnicas avançadas para perceber o problema. “Basta comer algumas vezes um bom chocolate para saber que muitos dos vendidos por aí não têm o teor de cacau prometido.”
Os maiores problemas nas irregularidades estariam ligados à qualidade do sabor e aos prejuízos à saúde do consumidor. Para substituir o cacau e recriar a textura, o aroma e o gosto do chocolate, as indústrias abusariam de outros ingredientes que fazem mal para a saúde, como a gordura e o açúcar.
Embalagens omitem informações
Uma pesquisa divulgada em março deste ano pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) já havia alertado que faltam informações em rótulos de chocolates nacionais.
Entre nove marcas pesquisadas (Arcor, Garoto, Hershey’s, Kopenhagen, Lacta, Montevérgine, Nestlé, Toblerone e Top Cau), apenas Montevérgine e Hershey’s responderam ao questionamento sobre a quantidade de cacau. Nestlé e Garoto afirmaram que esse seria um “dado sigiloso, por se referir à formulação do produto”.
Embora não exista nenhuma lei que obrigue os fabricantes a informarem a quantidade de cacau, para o instituto essa seria a forma mais transparente de garantir a qualidade do produto.
Segundo informações do UOL, Ana Paula Bortoletto Martins, nutricionista do Idec, reforçou a importância da prática já na época da divulgação da pesquisa: “Seria muito importante que o teor de cacau viesse impresso no rótulo. Fica a sensação de que essa informação é uma estratégia de marketing, usada apenas quando isso é conveniente aos fabricantes”.
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O chiclete é cor de rosa por que essa era a única tonalidade de corante alimentício disponível quando a goma foi criada.
O que aconteceria se a Terra ficasse por 5 segundos sem oxigênio?
Seria uma grande porta aberta para a tragédia: oceanos evaporando, construções virando pó e o céu escurecendo.
O que ocorreria se nosso planeta ficasse sem oxigênio por 5 segundos? Considerando que estamos falando de um espaço curto de tempo, nada, certo? Errado!
Em um vídeo publicado pelo BuzzFeed, pode-se ter noção do que aconteceria nesses 5 segundos que pareceriam um pesadelo àqueles que estivessem vivos.
O vídeo explica que o Sol causaria queimaduras sérias, já que o ar estaria sem as moléculas de oxigênio que nos protegem dos raios UV. Além disso, o céu ficaria escuro, os metais puros iriam entrar em ponto de solda e grudar uns nos outros e a crosta da Terra iria ser esmigalhada.